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ENGENHARIA FLORESTAL

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LAUDOS TÉCNICOS FLORESTAIS

O Laudo de Caracterização de Vegetação é um documento elaborado por profissional habilitado que quantifica e qualifica a vegetação remanescente incidente na propriedade bem como a vegetação implantada.

O Laudo é composto com dados obtidos em campo (diretos) e revisões bibliográficas (indiretos), onde apresentam informações sobre o tipo da vegetação (mata atlântica, cerrado e outras), o estágio de desenvolvimento (inicial, médio, avançado ou clímax) a quantificação em área e/ou indivíduos, e informações sobre espécies, diâmetro e altura.

Este documento tem diversas aplicações, sendo obrigatório para projetos que necessitem realizar Supressão de Vegetação, Intervenção em APP – Área de Preservação Permanente, Supressão de Árvores Isoladas e CAR – Reserva Legal.

LICENCIAMENTOS FLORESTAIS

O Cadastro Ambiental Rural – CAR é um registro público eletrônico de âmbito nacional, obrigatório para todos os imóveis rurais, com a finalidade de integrar as informações ambientais das propriedades e posses rurais referentes às Áreas de Preservação Permanente – APP, de uso restrito, de Reserva Legal, de remanescentes de florestas e demais formas de vegetação nativa, e das áreas consolidadas, compondo base de dados para controle, monitoramento, planejamento ambiental e econômico e combate ao desmatamento.

A Reserva Legal é definida pelo Novo Código Florestal (Lei nº 12.651, de 25 de Maio de 2012.) como “área localizada no interior de uma propriedade ou posse RURAL, com a função de assegurar o uso econômico de modo sustentável dos recursos naturais do imóvel rural, auxiliar a conservação e a reabilitação dos processos ecológicos e promover a conservação da biodiversidade, bem como o abrigo e a proteção de fauna silvestre e da flora nativa”.

Representam uma área variável de 20% a 80% dependendo do bioma onde se encontra a propriedade, que deve ser delimitada através de levantamento topográfico georreferenciado. No computo da reserva legal podem ser inseridas as áreas de preservação permanente, evitando assim o acumulo de áreas protegidas na mesma propriedade.

O Termo de Compromisso de Recuperação Ambiental – TCRA é um documento oficial firmado sempre em que houver a necessidade de se realizar uma compensação ambiental em função da supressão de vegetação nativa ou intervenções em APP – Áreas de Preservação Permanente, que tem como foco à recuperação ambiental e o restabelecimento da vegetação nativa, promovendo a recomposição do local com as espécies nativas daquela região.

Nele estão discriminados a quantidade de Mudas Nativas a serem plantadas, a periodicidade das manutenções, entrega de relatórios e demais informações referentes a recuperação ambiental.

O TCRA também tem força de título executivo extrajudicial, podendo o acordo ser diretamente executado pelo Estado, sem a necessidade de ação de conhecimento para declarar a obrigação de realizá-lo.

Após a execução de um Termo de Compromisso de Recuperação Ambiental – TCRA, é necessário apresentar ao órgão ambiental responsável o relatório de implantação. Nele são apresentadas todas as ações desenvolvidas como, o plantio das mudas, a preparação do terreno, a abertura das covas, coroamento, combate a formigas, tutoramento, adubação orgânica e química.

Ainda é definido um cronograma de manutenção que seja adequado ao desenvolvimento do projeto, com visita técnica periódica (mensal, trimestral ou semestral), levando em consideração a relação entre custo e benefício. Este cronograma é inserido no relatório de forma a estabelecer as ações e prazos para o total desenvolvimento da recuperação florestal. A cada manutenção é gerado um novo relatório técnico de acompanhamento do TCRA, que tem o objetivo de reportar ao órgão ambiental o andamento do projeto, as condições de plantio e manutenção dos indivíduos arbóreos utilizados na compensação ambiental estabelecida. Os relatórios são elaborados por engenheiros habilitados, que incluem uma ART – Anotação de Responsabilidade Técnica.

SUPRESSÃO E RECOMPOSIÇÃO FLORESTAL

A arborização dos sistemas de lazer e passeios públicos, é extremamente importante, principalmente nos centros urbanos. Quanto maior é a área verde da cidade, menor é a temperatura, contribui ainda, com a melhora da qualidade do ar, reduz a propagação do som, e diminui em cerca de 10% o nível de material particulado.

Os empreendimentos residenciais deverão apresentar o projeto paisagístico que inclua a arborização das ruas, acessos, áreas de lazer e áreas verdes. São priorizadas a utilização de espécies nativas, que possuem sistema radicular (raízes) adequados com a infraestrutura das edificações, evitando problemas futuros como trincas e rompimento de tubulações.

Durante a elaboração do projeto, são observadas as diretrizes municipais e as orientações da concessionária de energia local, relacionando espécies que possuam altura compatível com a rede de distribuição elétrica e que ao mesmo tempo possam fornecer sombra e minimizar os efeitos da impermeabilização do solo.

Conheça abaixo as nossas outras áreas de atuação:

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